Já está mais do que comprovado que a sustentabilidade é POSSÍVEL E VIÁVEL. Hoje o que mais vemos nos noticiários são empresas se preocupando com os métodos utilizados em suas produções e não só, melhorando o próprio produto que deve não mais causar tantos impactos na sua utilização. Mas, essa é uma política que não deve ser direcionada apenas às empresas, que, para a maioria dos telespectadores, são as grandes culpadas pelo impacto ambiental. Quando falamos em responsabilidade sustentável, além de relacionarmos as empresas, juntos estão o Estado e os cidadãos.
Diferentemente da noção de antes, onde idealizávamos o problema ambiental como sendo do “outro”, o direito se alargou e trouxe à baila um novo questionamento e uma nova proposta de discussão e adequação de um flagelo que é MUNDIAL. E não foi em vão! O primeiro passo foi a reunião dos países para debate sobre danos ambientais e propostas de INTEGRAÇÃO CONJUNTA. A tarefa de responsabilização é comum, afinal estamos falando de DIREITOS DIFUSOS e essa é a perspectiva INOVADORA.
Que tal se aplicássemos essa política aqui dentro do nosso país?! Discutíssemos os problemas ambientais de uma maneira mais precisa e não só por cima, e genericamente. Dividir competências entre os entes e estudar soluções- digo, novamente, mais específicas. Ou, me valendo de uma proposição mais UTÓPICA, que além de um princípio constitucional, a SUSTENTABILIDADE fosse elevada a um PRINCÍPIO ADMINISTRATIVO. Assim seria: LEGALIDADE, IMPESSOABILIDADE, PUBLICIDADE, EFICIÊNCIA E SUSTENTABILIDADE. Cada Governador e cada prefeito teriam que fazer e mostrar resultados em sua administração de que preservou o meio ambiente! E para que fosse bastante efetivo, que além do Ministério Público, houvesse um outro órgão, mesmo que administrativo, para fiscalizar bem de perto as práticas mais corriqueiras, que nem por isso deixam de ser importantes. Talvez se houvesse uma melhor divisão de tarefas, a responsabilidade de urbanização e de saneamento básico, por exemplo – dor de cabeça brasileira - não seria jogada entre os entes. O que quero dizer é que o ESTADO tem que "olhar primeiro pro seu nariz antes de apontar o dedo". Ou seja, o papel do Estado não se restringe apenas em punir as empresas, ou em elaborar leis, e conscientizar pessoas, MUITO MAIS DO QUE ISSO, tem haver com ele mesmo, com suas atividades e o seu papel “pessoal” de sustentabilidade.
Diferentemente da noção de antes, onde idealizávamos o problema ambiental como sendo do “outro”, o direito se alargou e trouxe à baila um novo questionamento e uma nova proposta de discussão e adequação de um flagelo que é MUNDIAL. E não foi em vão! O primeiro passo foi a reunião dos países para debate sobre danos ambientais e propostas de INTEGRAÇÃO CONJUNTA. A tarefa de responsabilização é comum, afinal estamos falando de DIREITOS DIFUSOS e essa é a perspectiva INOVADORA.

Que tal se aplicássemos essa política aqui dentro do nosso país?! Discutíssemos os problemas ambientais de uma maneira mais precisa e não só por cima, e genericamente. Dividir competências entre os entes e estudar soluções- digo, novamente, mais específicas. Ou, me valendo de uma proposição mais UTÓPICA, que além de um princípio constitucional, a SUSTENTABILIDADE fosse elevada a um PRINCÍPIO ADMINISTRATIVO. Assim seria: LEGALIDADE, IMPESSOABILIDADE, PUBLICIDADE, EFICIÊNCIA E SUSTENTABILIDADE. Cada Governador e cada prefeito teriam que fazer e mostrar resultados em sua administração de que preservou o meio ambiente! E para que fosse bastante efetivo, que além do Ministério Público, houvesse um outro órgão, mesmo que administrativo, para fiscalizar bem de perto as práticas mais corriqueiras, que nem por isso deixam de ser importantes. Talvez se houvesse uma melhor divisão de tarefas, a responsabilidade de urbanização e de saneamento básico, por exemplo – dor de cabeça brasileira - não seria jogada entre os entes. O que quero dizer é que o ESTADO tem que "olhar primeiro pro seu nariz antes de apontar o dedo". Ou seja, o papel do Estado não se restringe apenas em punir as empresas, ou em elaborar leis, e conscientizar pessoas, MUITO MAIS DO QUE ISSO, tem haver com ele mesmo, com suas atividades e o seu papel “pessoal” de sustentabilidade.
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