

"Temos que erradicar da alma todo medo e terror do que o futuro possa trazer ao homem.Temos que adquirir serenidade em todos os sentimentos e sensações a respeito do futuro.Temos que olhar para frente com absoluta equanimidade para com tudo que possa vir.E temos que pensar somente que tudo o que vier nos será dado por uma direção mundial plena de sabedoria.Isto é parte do que temos de aprender nesta era, a saber: viver em pura confiança. Sem qualquer segurança na existência; confiança na ajuda sempre presente do mundo espiritual.Em verdade, nada terá valor se a coragem nos faltar.Disciplinemos nossa vontade e busquemos o despertar interior todas as manhãs e todas as noites". Rudolf Steiner
Trata-se de um pensador que prega o amor e a afeição entre as pessoas,e seu auto-conhecimento, e que apenas assim elas irão alcançar o verdadeiro significado do universo e a influência dele em suas vidas.Segundo ele, apenas se conhecerá a si próprio quando conhecer o universo, e somente se conhecerá a este quando souber daquele. Mas entre esses dois caminhos deverá existir a afeição, já apontada, ao próximo, a fraternidade. Rudolf Steiner é um pensador do século XIX, que contribuiu em uma vastidão de áreas, passando pela filosófica à medicina, como a Medicina Antroposófica.
É justamente essa visão global que a Medicina Antroposófica resgata ao considerar o ser humano além do seu aspecto corporal, valorizando também sua vida psíquica e sua individualidade: corpo, alma e espírito - instâncias que estão em permanente movimento e interação entre si e com o mundo à sua volta. Mais do que uma especialidade médica, a Medicina Antroposófica é, dessa maneira, uma ampliação da Medicina Acadêmica; uma base a partir da qual cada médico enriquece sua prática. Em seus princípios está a busca por uma atuação mais viva, artística e integrada, que atenda ao homem nas suas diversas dimensões, porque ele é um ser corpóreo, anímico e espiritual.
É importante, por parte do paciente, um comprometimento quanto à sua cura, que é o anseio da Medicina Antroposófica, a qual estabelece uma sólida relação médico-paciente.
A partir da Antroposofia a noção de cosmos ganha novas dimensões. Cada elemento, substância, ser vivo e criatura sobre a face da Terra fazem parte de um único organismo, de um todo que respira e vive. Esse cosmos possui não apenas seu aspecto material visível e mensurável com suas leis já bem descritas pela Física, mas também seu aspecto imaterial (espiritual), não percebido diretamente pelos sentidos - denominados elementos supra-sensíveis na Antroposofia. E o ser humano é considerado uma imagem condensada desse cosmos, um microcosmo em contínua respiração com o macrocosmo.
ADOREIII
Nenhum comentário:
Postar um comentário