Nossa,tô impressionada com a genialidade desse cara ai de baixo! Como ele, acredito piamente que além de um corpo físico temos um "corpo" espiritual,mesmo que não possa ser visto a olho nu. A isso é o que ele chama de alma. É engraçado. Agora me lembro que Jesus já dizia que era o médico de nossas almas.Acho que o precursor dessa doutrina foi Jesus Cristo, ele implicitamente começou com a idéia da Antroposofia.(hehe)."Tudo o que somos reflete o que somos".
Veja, o que sou externamente implica no que sou internamente. Tiro isso por mim mesma, que há pouco tempo me transformei radicalmente... Em uma manhã de sol, sem nem esperar, decido ir ao salão fazer as unhas até surgir-me uma inquietação de mudandça a ponto de pular para a cadeira do cabeleireiro,,,ele cortou acima dos ombros os meu cabelos compridos!!!Nossaaaa, eu fiquei chocada,nunca cortei nesse tamanho antes, mas não me arrependi, porque era o que eu queria! Sou outra pessoa! Mas o que quis ali não foi ficar mais bonita, ou algo assim. Esteticamente, eu quis transmitir a todos essa nova pessoa, com novos conceitos - por uma razão minha subjetiva, a qual ninguém saberá se eu não disser. Por isso, a forma mais expressiva que achei para atingir minha idéia "interior" foi mudando meu visual - exteriotipo.
Em uma das abordagens de Rodolf sobre o álcool e a relação da educação e prevenção diz que o primeiro passo para a prevenção e o combate ao vício é a auto-educação e o auto-conhecimento. Questiona que a resposta não deve ser impositiva aos viciados que peçam um motivo justificável de não poderem usar o álcool ou o tabaco àqueles que lhe proíbem- filhos aos pais, por exemplo. A resposta deve partir de uma auto-meditação do impositor, se realemente poderia cobrar algo de alguém que ele mesmo não seja capaz de cumprir. O exemplo negativo anulárá toda e qualquer tentativa de idéia contrária ao ato costumeiramente praticado." Procurem solucionar essa pergunta enigmática. Qualquer razão que possam apresentar, não será nem verídica nem convincente, enquanto os Senhores continuarem tomando bebidas alcoólicas, ingerindo drogas ou fumando. Se eu mesmo não desistir espontaneamente desse consumo, não poderei responder nem de forma verídica, nem de modo convincente, porque através do meu próprio consumo (... )Por meio do seu consumo de bebidas alcoólicas, de tabaco, os Senhores mesmos são uma resposta viva, já que os Senhores mesmos não sabem dar uma razão. É por isso que tomam bebidas alcoólicas e fumam. É essa a modesta verdade, nada mais. Mas quem ousa tornar-se coerente ? Os Senhores já não querem assumir essa primeira coerência, mas apesar disso querem dedicar-se à prevenção. Disso não resultará coisa alguma".Pela "liberdade" é que alguém dependente chegará a não mais precisar das drogas,do álcool ou tabaco. Ele se tornará livre deles. Da mesma forma, através de uma política preventiva e exemplificativa, tentará responder àqueles que lhe estão exigindo justificativa plusível para pararem, que a liberdade foi a forma que encontraram para livrarem-se desse mal- que eles com sua liberdade julgaram-no assim, mas que poderá ser visto com outro juízo de valor por aquele que escuta (o viciado). Sendo livres apenas é que os pais,por exemplo, poderão enxergar a prática de beber como um mal, e também pela liberdade subjetiva que questionarão sua dependência até chegarem em uma posterior reintegração, tornando-se livres de fato. De nenhuma maneria poderão eles lançarem mão de totalitarismos contra seus filhos, pois aí a liberdade destes estaria sendo comprometida como também aguçaria ainda mais o hábito vicioso do filho que não encontraria inspiração nenhuma para mudar e parar de beber, fumar ou usar drogas. "As pessoas vêm e perguntam: é melhor não beber álcool ou é melhor beber álcool? [...] Jamais digo a uma pessoa que ela deve deixar o álcool [...], porém digo a ela: o álcool tem tais e tais efeitos. Simplesmente descrevo como é o seu efeito, de modo que a pessoa possa resolver por si própria beber ou não." "É isso que, antes de mais nada, devemos ter na ciência: respeito pela liberdade humana. De modo que não se tenha a sensação de querer mandar uma pessoa fazer algo proibi-la de fazer isso, mas relatamos-lhe os fatos. Se ela sabe como atua o álcool, alcançaremos o máximo com isso. Chegaremos então a conseguir que pessoas livres possam dar-se, a elas mesmas, a sua direção. E é isso que devemos almejar."
Rudolf Steiner, "Die Wirkung de Alkohols auf den Menschen" [O efeito do álcool sobre o ser humano], conferência de 8/01/1923, in Über Gesundheit und Krankheit [A respeito de saúde e doença], GA (Gesammtausgabe, edição geral) 348.
Eu?! eu bebo mesmo e prefiro o kabra da peste que tomei ontem..coquetel de abacaxi, licor de menta, leite condensado e vódca...muuuito bom!!!Bem, ainda não tenho filhos neh..hihihihigças a Deus!!! hehehehe - mas não sou viciada...
Nenhum comentário:
Postar um comentário